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António J. B. Ramalho

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Não sei porque cargas d'água, mas hoje a TSF - ao contrário do que é típico daquela estação de rádio (em especial, nas horas "quentes") - passou a ária de Nabucco habitualmente conhecida (entre nós) por "Coro dos Escravos Hebreus", de Verdi.

Foi bom porque - indo a conduzir (e é a conduzir que melhor absorvo o discurso áudio) - consegui aperceber-me, e agora sublinho, pela primeira vez, dum detalhe que sempre me escapou em todas as outras vezes que vi e ouvi a referida ária. De facto, não obstante já soubesse que Verdi foi genial, hoje fiquei a admirá-lo ainda mais ao constatar a dissonância melódica entre a orquestra e o coro. Na verdade, por breves momentos quase parece que a orquestra está a tocar uma coisa e, por outro lado, os interpretes, parece que estão a cantar outra, qualquer delas igualmente deslumbrantes.

Pronto, é tempo de reconhecer que pouco percebo de Música e que a única coisa que toco "são campainhas de portas" (e nem sempre bem), mas só hoje dei conta que o ritmo que nos fica no ouvido provém, maioritariamente, do coro de vozes, coisa que nem sequer julgava possível.

O vídeo que partilho não constitui o melhor exemplo daquilo que refiro por ser abundante em imagens... porém é, inequivocamente, o mais adequado aos tempos que vivemos.

 

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